Sistema do próprio posto também estava inoperante e não registrou ataque

Ironicamente, a falha em um equipamento operado pela Polícia Militar, está impedindo a identificação do homem que executou o mecânico Jeverson Nascimento, de 39 anos, em Vilhena. O crime aconteceu ontem, quando a vítima bebia cerveja na conveniência de um posto de combustíveis. Lembre aqui.

Uma câmera de monitoramento, instalada a poucos metros do local do assassinato, poderia ter registrado a ação do homicida, e levaria à identificação dele, mesmo usando capacete no momento do ataque. Acontece que o equipamento está inoperante e não filmou nada. A central que grava as imagens captadas fica montada no quartel da PM, mas algumas não funcionam.

Outras câmeras do próprio posto, segundo um policial que atuou no caso, também estão com defeito e não registraram o crime.

No momento em que foi executado, Jeverson, conhecido como “Careca”, estava na companhia de outras três pessoas, mas nenhuma conseguiu identificar o atirador.

Segundo uma dessas pessoas, o assassino encostou a moto preta na qual havia chegado, a cerca de 20 metros de onde estava o mecânico. Depois de caminhar até a vítima, o autor do homicídio disparou nove vezes contra o alvo, sem dizer nenhuma palavra. Depois foi onde estava o veículo e fugiu do local.

A polícia não tem pistas sobre a autoria ou a motivação do ataque fatal.