Uma das provas que levaram ao indiciamento de “Pedro Magro” foi um exame de DNA
A Delegacia de Homicídios de Vilhena indiciou Pedro Loureiro da Fontoura, conhecido como “Pedro Magro”, de 53 anos, pelo assassinato de Delvi Pardim de Jesus, que tinha 67 anos. O crime aconteceu no dia 25 de agosto deste ano, na rua Mato Grosso, na divisa dos bairros Embratel e Vitória. Delvi foi levado amarrado e amordaçado no carro que ele próprio havia alugado até o local aonde foi executado ( lembre aqui ). O veículo foi encontrado queimado, horas depois.
A informação do indiciamento de “Pedro Magro” foi confirmada pelo Delegado Núbio Lopes de Oliveira em entrevista coletiva concedida na manhã desta segunda-feira, 22, no auditório da UNISP, em Vilhena.
De acordo com o delegado, as investigações reuniram provas robustas contra “Pedro Magro”, dentre as provas, um exame de DNA pelo qual foi possível vincular o principal suspeito à vítima, que já havia exercido mandato de vereador em Pimenteiras do Oeste.
Com a robustez das provas, a prisão de “Pedro Magro” foi solicitada e determinada pela Justiça. Pedro Magro foi preso numa fazenda a cerca de 20 km de Comodoro, em Mato Grosso, cinco dias após o homicídio.
Segundo o delegado, o indiciado nega ter cometido o crime. “Ele negou até aquilo que a gente provou de forma evidente que ele tinha feito”, explicou o delegado, acrescentando ainda que não ficou clara a motivação do crime.
O indiciamento de “Pedro Magro” não encerra o caso. Isso porque, segundo o delegado, há indícios de participação de pelo menos mais duas pessoas, e as investigações continuam.
Autor:
Rogério Perucci
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 22 de Novembro de 2021, às 13:38