O FOLHA DO SUL ON LINE teve acesso aos detalhes oficiais do acidente que deixou um caminhoneiro morto em um trecho da BR 364, entre o distrito do Guaporé, a 90 km de Vilhena, e a cidade de Pimenta Bueno, na madrugada desta quarta-feira, 28.
Inicialmente, com base em um vídeo gravado no local da fatalidade, chegou-se a suspeitar que havia duas pessoas mortas a bordo de um dos veículos, que pegaram fogo na rodovia federal (CONFIRA AQUI).
De acordo com as informações obtidas por este site, o caminhoneiro que morreu se chamava Mizael Schmidt Pereira. Ela tinha 45 anos, era da cidade de Presidente Médici, mas residia atualmente em Ji-Paraná. Transportando uma carga de cimento, ele seguia em direção a Pimenta Bueno.
O motorista sobrevivente, que deixou o colega de profissão morto no local, tem 22 anos, é de Vilhena, mas estava morando em Colorado do Oeste. Ele vinha em direção a Vilhena e teria avançado para contramão, em local com curva e sinalização informando que, naquele trecho, é proibido fazer ultrapassagem.
Com a colisão lateral, a carga de cimento transportada por Mizael deslizou para cima da cabine e os veículos tratores pegaram fogo. O condutor jiparanaense morreu carbonizado no local.
Após fazer diligências no Guaporé tentando encontrar o caminhoneiro sobrevivente, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) mobilizou uma equipe da corporação em Vilhena, que encontrou o motorista no pronto-socorro do Hospital Regional.
Diante da possibilidade de que o jovem de Colorado do Oeste pudesse ter cometido homicídio culposo na direção, ele recebeu voz de prisão e foi levado para prestar depoimento na Unisp.
Segundo apurou a reportagem, o acusado buscou atendimento na unidade vilhenense cerca de 3 horas após se envolver na fatalidade, e apresentava escoriações leves, tanto que já havia recebido alta quando foi levado pela PRF..