O governador Confúcio Moura (PMDB) cumpriu sua promessa de campanha: acabar com a ditadura das indicações políticas para diretor, o cargo público mais importante da educação.
O saldo das eleições de quarta-feira (30) é prova eloquente do acerto da decisão de Confúcio, executada com eficiência e rapidez pelo secretário de Estado da Educação, Julio Olivar.
Houve comparecimento maciço dos “eleitores”, postura correta dos candidatos (quase todos), inclusive nos debates, lisura dos fiscais da Justiça Eleitoral e boa-vontade sem limites da parte dos voluntários que se juntaram nas Comissões Eleitorais Escolares.
Nas escolas onde houve duas chapas, a voz das urnas foi imperiosa: quem trabalhou bem foi premiado com votações consagradoras, como a de Maria da Penha Batista (FOTO), do Instituto Estadual de Educação Wilson Camargo.
Além do Wilson, houve chapas de “situação” e “oposição” nas escolas Álvares de Azevedo, Maria Arlete Toledo, Wilson Camargo e Zilda da Frota Uchoa.
Nessa última, lamentavelmente, dois PMs tiveram que ficar de prontidão nos portões durante todo o dia para coibir tumultos, devido à “guerra” em que se transformou a campanha, que teve, de um lado, a atual diretora, Juscely Martins, e, do outro, a ex-, Fátima Bodanese.
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