Exames em Ariquemes confirmaram indícios de estupro
Uma menina de apenas 7 anos fio violentada dentro de uma escola pública na pequena cidade de Cacaulândia. O crime aconteceu por volta das 15h00m da última segunda-feira, 30.
Segundo narra o boletim de ocorrência policial, a criança estava passando próximo à quadra esportiva, dentro dos muros da escola, quando foi atacada por um elemento descrito como: rapaz alto, magro e branco, que agarrou a menor, arrastando-a para o canto de um muro, tampando lhe a boca com uma das mãos, ao mesmo tempo que imobilizava seus braços para trás. Em seguida, abaixou a roupa da garota e introduziu seu órgão genital. A menina tentou gritar, mas foi impedida pela mão do agressor, que só cessou o abuso quando um professor chamou a criança pelo nome. Com medo de ser flagrado, o rapaz largou a vítima e saiu do local. A pequena estudante saiu correndo para a sala de aula.
Segundo a criança, o rapaz deve ser conhecido do professor, pois ela já o havia visto conversando com o ele, que constantemente permanece na quadra durante as atividades.
Segundo a mãe da vítima, sua filha chegou em casa, como de costume, por volta das 18h00m. Após o banho foi se deitar, mas quando por volta das 22h00m, foi até o quarto da mãe reclamando de dores na vagina. A mãe pensando se tratar de assadura, passou talco e a criança voltou a deitar, porém, chorou muito, mas dormiu em seguida.
Na manhã do dia seguinte, por volta das 09h00m, a vítima brincava com o irmão (bebê), e disse que ia ao banheiro fazer xixi. Quando voltou a mãe percebeu que escorria sangue nas pernas da menina, estranhou e perguntou se alguém havia mexido com ela na escola. A princípio a criança negou. Muito preocupada, a mãe levou a menina ao Hospital da Criança de Ariquemes. O exames reforçaram a suspeita do estupro. A médica perguntou o que aconteceu e a menina disse exatamente como descrito acima.
A direção do hospital comunicou o fato ao Conselho Tutelar, que imediatamente acionou o mesmo órgão em Cacaulândia. A menina permanece internada no Hospital da Criança e o boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia Especializada do Atendimento a Mulher (DEAM) de Ariquemes, que já está investigando o caso.