Delegado Flori diz que Estado ainda não assumiu oficialmente o Hospital Regional
Em visita ontem ao FOLHA DO SUL ON LINE, o prefeito de Vilhena, Delegado Flori (Podemos), falou sobre vários temas, e o site “fatiou” a entrevista em duas partes, para que cada assunto fosse abordado de maneira objetiva.
Logo no início da conversa, Flori comentou um problema que já lhe rendeu muitas críticas: o mau cheiro que paira sobre a cidade em determinadas épocas do ano. Horas antes, o site havia revelado que uma fiscalização de órgãos ambientais tinha apontado os confinamentos de gado como principais suspeitos pela “fedentina” (ENTENDA AQUI).
Ao ser confrontado com a situação, o entrevistado disparou: “o setor de Meio Ambiente da prefeitura não atua sobre confinamentos. A lei diz que isso é de responsabilidade do Estado. Se a SEDAM já achou o foco e o caso é de sua atribuição, o que vamos fazer é cobrar”.
SAÚDE
O prefeito disse que, apesar da ter assinado uma espécie de “protocolo de intenção”, sinalizando que pretende assumir o Hospital Regional, o Governo de Rondônia ainda não formalizou o processo. Flori explica que propôs que o Estado assuma o lugar da prefeitura no contrato com a Santa Casa de Chavantes, que administra a unidade após ser escolhida em concorrência pública.
Diante do questionamento de que a gestão estadual estaria preparando a troca na Chavantes por outra entidade, o líder vilhenense argumentou: “o prazo para isso vai até dia 31 de dezembro. Para executar a troca, será preciso fazer um chamamento público ou uma dispensa de licitação, e não há tempo para nenhuma dessas duas opções”.
VAI RENUNCIAR?
Flori não descarta renunciar ao atual mandato para concorrer a algum cargo no ano que vem, mas explica: “só deixo a função que os vilhenenenses me deram a honra de ocupar se for para ter acesso ao Governo e ajudar a cidade”.
Cotado como candidato a vice-governador ao lado do deputado federal Fernando Máximo, que deve migrar para o PL, o líder vilhenense, no entanto, explica que também não teria problema em continuar no comando do município, mas confirma que dificilmente deixaria de militar para eleger o novo governador de Rondônia.
LEGADO
Na próxima publicação, independente de renunciar ou permanecer no cargo, Flori garante que o município está “redondinho” com as ações que sua gestão adotou, como austeridade financeira e organização administrativa.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 07 de Novembro de 2025, às 17:15