“Nunca autorizei e nem autorizo ninguém a fazer algo ilegal”
 
Em entrevista coletiva concedida à imprensa em Vilhena na manhã desta sexta-feira, 14, o governador Marcos Rocha foi questionado sobre a Operação Propagare Fase 2, realizada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia, por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), que culminou no  afastamento, por 180 dias, do Chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, apontado como líder de uma suposta organização criminosa que fraudava procedimentos licitatórios.
 
“Eu soube hoje sobre esta questão. Fiz contato com a PGE, pra que pudessem levantar todas as condições, para que a gente possa ter subsídio para poder falar”, argumentou.
 
Marcos Rocha afirmou que cada um responde pelos próprios atos, mas que todos têm direito a presunção da inocência.
 
“Aquele que é acusado tem o direito de se defender. De poder falar o contrário, mostrar a controvérsia da situação. Eu digo psra todos que cada um vai responder pelo seu CPF. Porque eu nunca autorizei e nem autorizo ninguém a fazer algo ilegal. Reafirmo: cada um responde pelo seu CPF. Ele vai ter condições de se defender. O que a gente não pode fazer, é condenar alguém sem o devido processo legal. Então vamos ag