Aparelho pode ajudar a identificar autor do crime
Na madrugada de ontem (domingo, 24, uma mulher de 34 anos, moradora do bairro Assossete, acordou com um barulho dentro de sua casa. Ao se levantar para verificar do que se tratava, a dona-de-casa deparou-se com um homem encapuzado na sala. O invasor estava armado e anunciou o roubo. Após a ação, o bandido deixou o imóvel levando um Play Station III, um tablet da marca Sansung e um celular LG. A polícia foi acionada mas, ao patrulhar a área, não obteve êxito na busca pelo criminoso.
O inusitado do caso é que, na pressa, o assaltante esqueceu o próprio celular na residência. O aparelho, da marca Samsung, foi recolhido pela polícia e poderá levar até o suspeito. Deixado num hack na própria sala, enquanto o homem fazia “a limpa” na casa, o celular tem várias fotos em sua memória, e entre as imagens pode estar a do descuidado proprietário.
A polícia deixa um alerta a quem compra produtos com origem duvidosa: ao ser flagrado com produto originário de um crime, a pessoa que o adquiriu será autuado como receptador. Então, a dica das autoridades é: não compre produto “suspeito” pela metade do valor ou quase de graça. Além de patrocinador, a pessoa que faz isso será um legítimo criminoso.