Sobre o nome que será apoiado por seu grupo para governador de Rondônia, Acir explicou que isso ainda será definido
 
Acompanhado por assessores, pela vereadora vilhenense Rose da Saúde (União) e pelo empresário do setor de transportes na cidade, Cláudio Gazaro, o ex-senador Acir Gurgacz esteve na redação do FOLHA DO SUL ON LINE na manhã desta quinta-feira, 23.
 
O ex-parlamentar, um dos donos da empresa Eucatur, vai se reunir hoje às 19:00h, na Câmara Municipal de Vilhena, com empresários e lideranças políticas, incluindo o prefeito local, Delegado Flori (Podemos). Durante o evento serão discutidas ações para tentar reduzir os valores cobrados de quem usa a BR 364, no trecho entre Vilhena e Porto Velho.
 
Gurgacz revelou que sua companhia de ônibus paga cerca de R$ 600 mil de pedágio por mês, em Rondônia. Gazaro, dono de uma frota de caminhões, desembolsa quase o dobro pelo mesmo serviço. No caso dele, o número de eixos das carretas aumenta ainda mais as taxas.
 
O ex-senador contou que, recentemente, esteve reunido, em Brasília, com a ministra-chefe da Casa Civil do Governo Lula (PT), Miriam Belchior, e ela teria sinalizado a disposição para rever os preços dos pedágios, após um novo estudo mostrar que os dados que embasaram os valores das cobranças estavam errados.
 
Acir esclareceu que é bem maior do que havia sido calculado para a implantação dos pedágios, o número de veículos que passam pelas praças de cobrança automáticas instaladas na rodovia. Com isso, a tarifa deve ser reduzida com base no novo cálculo.
 
A vereadora e o empresário também denunciaram que, em Vilhena, onde o segmento de transportes tem grande impacto na economia, as cobranças têm sido dolorosas para todo o setor. Além de caro, o serviço às vezes pune os motoristas com cobranças indevidas.
 
Uma das maiores queixas é a cobrança de pedágio sobre carretas que retornam de Porto Velho vazias, com alguns de seus eixos erguidos, e pagam o valor integral. Além disso, são comuns as cobranças em duplicidade.
 
Gurgacz confirma a prática e diz que a concessionária da rodovia lhe devolve uma média de R$ 20 mil em virtude de erros em seu sistema de arrecadação. Outros empresários relatam as dificuldades para reaver o que é pago a mais.
 
CANDIDATÍSSIMO
O líder pedetista disse ter confiança de que sua elegibilidade, negada pelo TRE em Rondônia, seja declarada pelo TSE, em Brasília. Ele antecipou que seu nome será confirmado como candidato ao Senado na convenção do PDT, que acontece neste final de semana, em Porto Velho.
 
Sobre o nome que será apoiado por seu grupo para governador de Rondônia, o entrevistado explicou que isso ainda será definido. No Plano nacional, o PDT deverá apoiar a reeleição do presidente Lula.