Através de um comunicado que viralizou em grupos no WhatsApp, a empresa Noma, que atua no ramo de peças e serviços para caminhões em Vilhena, anunciou que não pretende mais fazer doações de cestas básicas e colaborar em ações seciais.
Por telefone, o FOLHA DO SUL ON LINE chegou a conversar com um dos sócios da firma, mas ele explicou que não se manifestaria sobre a decisão, que começou a valer no dia seguinte à eleição presidencial cujo segundo turno aconteceu no domingo, 25 (VEJA NA IMAGEM SECUNDÁRIA).
Mas, a Noma não é a única firma a anunciar que não vai mais participar de ações sociais em Vilhena. Várias das companhias que patrocinavam uma das campanhas mais tradicionais da cidade (a que atendia crianças carentes que escreviam para o Papai Noel) não acontecerá este ano.
O cancelamento da ação, que acontece há mais de 20 anos, interrompida apenas durante a pandemia de Covid, foi confirmado pelo Major/Bombeiro Militar Luiz Antônio Bueno Tomaz, que arrecadava os donativos, incluindo cestas básicas, para distribuir entre famílias de baixa renda (CONFIRA AQUI).
Conforme o oficial, eram mais de 1.500 famílias que recebiam as doações, e que ficarão sem a ajuda natalina, porque as empresas que foram parceiras durante muitos anos, alegam que a crise financeira as impede de patrocinar os brindes.
A campanha “Adote uma Cartinha e Faça uma Criança Feliz" tinha por objetivo atender aos pedidos das crianças de toda a cidade. As correspondências adotadas, endereçadas ao “Papai Noel”, e contendo os pedidos, eram entregues ao Bombeiros, cujos voluntários faziam a distribuição do material arrecadado
O site se mantém à disposição da Noma ou de qualquer outra empresa que adotou mesmo posicionamento após a eleições para publicar suas respectivas versões.