O administrador de uma das maiores empresas da cidade achou que a visão que a Associação Comercial e Empresarial de Vilhena, demonstrada na semana passada, em matéria publicada pelo site da FOLHA DO SUL, não reflete de forma exata a realidade. Um dos diretores da entidade disse que a cidade sobrevive do salário dos servidores.
Pedindo anonimato tanto de seu nome quanto da empresa, para evitar polemizar com a ACIV, o administrador afirma que realmente há um pico de vendas entre o dia 25 de um mês e o dia 10 do mês seguinte, período em que os poderes públicos pagam os servidores, mas a queda que acontece em seguida não é tão expressiva. “Vilhena é um pólo que abastece várias cidades do Cone Sul e do Mato Grosso, e tem um comércio ativo que movimenta a economia”, opinou.
Na avaliação do entrevistado, falta embasamento científico na avaliação da ACIV, que não levou em consideração fatores que afetam toda economia do país e os problemas do Estado de Rondônia, que atravessa um período de desaceleração. “O que acontece aqui não é um fenômeno local; apenas reflete o momento pelo qual o Brasil atravessa, atingindo todos os Estados e municípios. Mas, sou otimista e acredito que se trata de uma crise passageira, que vamos atravessar com certa dificuldade, mas sofreremos seqüelas severas ao final”, avalia
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 04 de Junho de 2014, às 10:10