Bagattoli se reuniu com ministro da Infraestrutura e diretor do DNIT
 
Em visita ao FOLHA DO SUL ON LINE  na tarde desta quinta-feira, 09, o empresário Jaime Bagattoli falou de sua viagem recente a Brasília, onde se reuniu com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e o diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Santos Filho.
 
A viagem foi feita após um polêmico incidente envolvendo o DNIT, que resolveu construir uma mureta na BR 364, impedindo o acesso à empresa da Bagattoli, que derrubou o artefato a golpes de marreta (LEMBRE AQUI).
 
Ma conversa com as autoridades federais, o vilhenene recebeu a promessa de que, em 30 ou 40 dias, as obras de uma rotatória no local da polêmica serão iniciadas. Quando estiver concluído, o empreendimento facilitará o acesso aos bairros São José, Ipanema e Bodanese.
 
Bagattoli disse ter conversado sobre temas sobre o ministro, e ouviu dele que a BR 364, no trecho entre Comodoro (MT) e Porto Velho será entregue à iniciativa privada no ano que vem. As firmas que vencerem a disputa pela concessão vão executar obras na estrada, entre elas a duplicação, uma antiga reinvindicação de motoristas e empresários do setor de transportes.
 
AVIÕES
Tarcísio também explicou ao líder vilhenense que não tem poder para interferir nos vôos comerciais de Vilhena e que, portanto, a cidade não deverá contar com o retorno da empresa aérea Azul nos próximos meses.
 
Mas, Jaime cogita uma solução para resolver o problema: se unir a outros empresários para conversar com a direção da empresa e fazer uma proposta para que jatos da companhia passem a pousar em Vilhena.
 
A idéia é convencer a Azul sobre a viabilidade de os jatos que fazem o trajeto Cuiabá/Porto Velho desçam na cidade pelo menos três vezes na semana. “Temos certeza de que se demonstrarmos que existe demanda, a Azul descerá aqui na ida e na volta de Porto Velho”, argumentou, já tentando reunir outros empresários para levar a sugestão até a diretoria da companhia aérea.
 
É CANDIDATO?

Nome cotado para disputar a prefeitura em Vilhena, Jaime disse que ainda não decidiu se participa da disputa, mesmo com pesquisas indicando seu favoritismo. “Eu defendi e continuo com a convicção de que esta eleição não deveria acontecer. O país está em crise, e o melhor seria que a disputa fosse adiada para 2022, sendo unificada com a escolha de deputados, senadores, governadores e presidente”, encerrou.