Rafael Maziero e Wilson Tabalipa prometem investigar denúncia
Um grupo de pais de alunos da escola Progresso, que fica no distrito de Perobal, pertencente a Vilhena, entrou em contato com o FOLHA DO SUL ON LINE para anunciar que o estabelecimento acaba de passar pela primeira “reforma”: duas paredes foram quebradas para que duas salas de aula sejam divididas.
Segundo os denunciantes, a escola não tem capacidade para atender toda a demanda estudantil. As salas, dizem os pais, estão superlotadas e não oferecem ar condicionado ou ventilador para os estudantes. “Já teve criança que passou mal lá”, revelou uma mãe.
Enquanto os alunos do infantil e fundamental se espremem no colégio inaugurado no final do ano passado, os que cursam o ensino médio assistem aulas numa velha escola de madeira em situação precária. “Aquilo lá é uma arapuca. Tomara que não aconteça uma tragédia”, disparou outra mulher, que tem filho no local.
Segundo os denunciantes, a prefeitura de Vilhena chegou a sinalizar com uma gambiarra até que novas salas sejam construídas na escola: colocar as crianças para assistirem aulas dentro de contêineres.
Os pais, revoltados com a situação, já procuraram os vereadores Rafael Maziero (PSDB) e Wilson Tabalipa (PV) pedindo ajuda. Os dois parlamentares pretendem investigar a denúncia.
O site se coloca à disposição da Semed para eventuais esclarecimentos.