Cozinheira sofreu traumatismo craniano e várias fraturas
Está sendo velado na manhã deste sábado, 02, na Comunidade Nossa Senhora das Graças, em Ji-Paraná, o corpo da cozinheira Virgínia Aparecida Rigon. Ela tinha 59 anos e morreu ontem no Hospital de Emergência e Urgência de Rondônia (Heuro), em Cacoal, onde estava internada havia mais de duas semanas.
O FOLHA DO SUL ON LINE entrevistou, por telefone, um dos dois filhos da paranaense, que era pioneira em Ji-Paraná. Ele contou que a mãe teve sua motocicleta Honda CG Titan atingida por uma viatura da Polícia Militar quando voltava do trabalho em um restaurante. A colisão aconteceu no bairro Nova Brasília cerca de 15 dias atrás.
Socorrida em estado grave, com traumatismo craniano e várias fraturas, Virgínia foi levada para o Hospital Municipal de Ji-Paraná e, em seguida, transferida para o Heuro de Cacoal, onde permaneceu desde então. Ontem, em virtude da gravidade dos ferimentos, ela não resistiu e foi a óbito.
O entrevistado confirmou que o acidente envolveu uma viatura da PM de Ji-Paraná, mas ele não tem todos os detalhes do caso. “A gente estava preocupado e cuidando dela, mas agora vamos correr atrás para saber o que realmente aconteceu”.
O filho diz ter estranhado o fato de o acidente não ter sido noticiado por nenhum site de notícias de Ji-Paraná. Também revelou que nenhum representante da Polícia Militar na segunda maior cidade de Rondônia entrou em contato com a família para dar explicações.
Este site está à disposição da corporação para eventuais esclarecimentos sobre o acidente fatal.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 02 de Setembro de 2023, às 08:43