No final da tarde desta sexta-feira, 23, horas depois do assassinato de Rosineide Rocha Machado, de 40 anos, seu ex-genro, Tiago Fogaça Leal, de 22 anos, se apresentou na Delegacia de Polícia Civil (DPC) de Vilhena e negou qualquer participação no assassinato da ex-parente.
Cowboy, como Tiago é conhecido, disse que foi a delegacia por que ficou sabendo que a polícia o estaria procurando como suspeito pelo assassinato de Rosineide. O que ele nega veementemente.
Segundo informações da polícia, os trabalhos realizados até o momento não levantaram nenhum indício de envolvimento de Cowboy no crime.
O problema é que Cowboy, que está separado da filha da vítima há pelo menos cinco meses, é suspeito de ser o autor de pelo menos duas tentativas de homicídios, todas praticadas no mês de janeiro em Vilhena.
De acordo com os investigadores, há elementos que podem incriminar Cowboy em pelo menos dois casos. Um deles contra Wellington Shaida Souza, 24, o “Gaguinho”, na noite de 13, na avenida 1º de Maio, no bairro São José, em Vilhena. Esta foi à segunda tentativa de assassinato contra ele.
A Polícia Civil também investiga se Cowboy seria o autor da primeira tentativa de homicídio contra Gaguinho ocorrida no dia 18 de dezembro do ano passado, no bar “Nós Travamos”, que por coincidência ou não, fica ao lado da casa aonde a ex-sogra de Cowboy foi morta na tarde desta sexta-feira.
No dia em que Gaguinho foi atingindo o proprietário do bar, Paulo Epifânio da Costa, 59, conhecido como “Pedrão” foi atingido por um disparo no peito e morreu horas depois na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional.
Relembre o caso: