Vilhenense acusa todos os 11 congressistas de Rondônia em Brasília, de darem “importância zero” a políticas para mulheres
 
Em visita à redação do FOLHA DO SUL ON LINE esta semana, a ex-juíza do Trabalho Rosângela Cipriano falou sobre sua candidatura a senadora este ano. Ela vai disputar o cargo pelo PSB, concorrendo contra alguns dos nomes mais conhecidos na política rondoniense.
 
Piauiense de Parnaíba, onde foi colega de escola do lendário senador e médico “Mão Santa”, a ex-magistrada tem 65 anos e começou sua carreira no Judiciário em 1993, em Porto Velho. Três anos depois, estava em Colorado do Oeste, de onde veio para Vilhena.
 
Fundadora da Faculdade da Amazônia (FAMA) em Vilhena, Rosângela é dura ao criticar a bancada federal de Rondônia que, segundo ela, permitiu que a principal rodovia do Estado, a BR 364, fosse entregue à iniciativa privada, sem que o povo fosse chamado para opinar.
 
A candidata lembra que as tarifas sobradas cobradas de quem vai de Vilhena a Porto Velho e faz o percurso inverso poderiam ser menores se a classe política tivesse agido no tempo certo.
 
A crítica é dirigida principalmente aos senadores Marcos Rogério e Jaime Bagattoli que, segundo ela, “se comportam como vaquinhas de presépio e só defendem seus próprios interesses”.
 
Sobre as políticas para mulheres, a vilhenense acusa todos os 11 congressistas de Rondônia em Brasília, de darem “importância zero” ao assunto, num Estado em que os casos de feminicídio e de violência vêm aumentando ano a ano.