Entidades representativas de segmentos da sociedade questionam a existência do feriado estadual dedicado ao Dia do Evangélico, assim como líderes protestante locais reconhecidos, como o pastor Genivaldo Souza, da Igreja Missionária Unida, presidente da Ordem dos Ministros Evangélicos de Vilhena (Ormevi).

 

Sem acordo entre o sindicato patronal  e a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio (Sitracom), não se repetiu aqui o que aconteceu nas cidades “pra cima” de Jaru, inclusive Porto Velho: portas abertas, funcionários ganhando horas-extras e uma folga a mais e vendedores buscando as gordas comissões das vendas de sábado.

 

Portanto, tal como no feriado de Corpus Christi, devem se repetir os mesmos transtornos e perdas também nos feriados da Independência (quarta-feira), de Nossa Senhora Aparecida (quarta-feira), Finados (quarta-feira) e da Proclamação da República (terça-feira)

 

Saiba mais sobre o assunto em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.