Nota técnica diz que procedimentos em cadáver devem ser evitados
 
Pedindo para que o nome da empresa fosse preservado, a representante de uma agência funerária de Vilhena, que teria sido denunciada na polícia, acusada de sepultar o corpo de uma mulher que morreu ontem na cidade, vítima da Covid-19, sem a presença de familiares, resolveu comentar o caso (ENTENDA AQUI).
 
Ressalvando que respeita a dor da família, a agente funerária explicou que, logo após o óbito, a agência foi acionada pelo Hospital Regional para retirar o corpo. E o serviço foi feito seguindo todos os protocolos de segurança para os casos como esse.
 
A representante da funerária explicou que o cadáver foi recolhido e acomodado num saco, como determina a nota técnica da Secretaria Municipal de Saúde, por orientação do Ministério Público.
 
Conforme a entrevistada, ninguém da prefeitura, que acompanhou o funeral, avisou que era para aguardar a chegada da família da mulher falecida, e que a agilização do sepultamento aconteceu porque assim determina a legislação.
 
Mesmo que chegasse a tempo de participar do sepultamento, os parentes da paciente não poderiam abrir o caixão, e acompanhariam o procedimento a pelo menos dez metros de distância
 
VEJA ABAIXO DOCUMENTO QUE REGULA A AÇÃO DAS FUNERÁRIAS EM CASO DE MORTES POR COVID-19.