Os alunos do 9º ano da escola Maria Arlete Toledo, incentivados pela Professora de Língua Portuguesa, Solange Ferronato Barreto, e pela estagiária e acadêmica de letras da Unir, Cristina Poiani, estudaram os gêneros textuais e escolheram para escreverem, como amostra de seu aprendizado, um artigo de opinião.
Para isso, eles conheceram as estruturas do artigo, por intermédio da professora Solange e da estagiária Cristina, tiveram contato a artigos publicados na FOLHA, “o Editorial foi o exemplo claro que os alunos precisavam para entenderem este gênero textual”, disse Cristina.
Segundo a Professora Solange, o que facilitou o aprendizado foi o fato de a turma do 9º ano “D” gostar de ler. “Eles são muito dedicados, gostam de ler e isso facilita no ato de escrever”, afirmou.
As duas concordam que houve, sem dúvida alguma, uma melhoria nos textos dos alunos. “No início dos trabalhos eles produziram textos que foram comparados aos produzidos na fase final, e a diferença é muito grande. Eles realmente aprenderam as diferenças entre os gêneros textuais”, constataram.
O FOLHA DO SUL ON LINE reproduz, na íntegra, um dos textos produzidos pelos alunos e escolhido pela professora Solange e pela futura professora Cristina, que parabenizam a turma pelo esforço, dedicação e empenho com que se entregaram a esse trabalho.
E a FOLHA se orgulha de ter servido de exemplo, e ajudado na educação desses jovens e sabe que isso nos traz maior responsabilidade e dedicação para continuarmos levando a informação à população com clareza, objetividade e responsabilidade.
Artigo de opinião escrito pela aluna Talita Carmo de Deus - turma 9° D
Até quando vai durar a festa?
Em um país como o Brasil que insiste em dizer que respira futebol, uma Copa do Mundo ajudaria a sociedade de que maneira? Sendo que aparentemente o futebol não muda muito o estado econômico brasileiro; pois mesmo sendo aclamada pelo mundo durante anos, a seleção brasileira não influenciou nenhuma mudança no quadro atual do Brasil.
Para que uma copa do mundo possa ser realizada é preciso que haja um alto investimento, tanto na parte econômica, quanto na especialização de pessoas para a organização, claro que gera muitos empregos e visibilidade, mas infelizmente isso é temporário, e acabando a temporada de festa, muitas pessoas vão voltar ao grupo dos desempregados.
Você leitor, sabe quanto vão gastar aproximadamente para construir os novos estádios?
Muito mais do que é investido em nossas escolas, em nossos hospitais, em nossa segurança, em nosso lazer, em nossa moradia, enfim, muito mais do que se investe no povo brasileiro.
É um absurdo que nossos governantes se importem e se doem mais a uma copa, do que ao povo brasileiro. É lastimável que o povo não se dê conta disso.