Imagens e testemunhas inocentaram Pedro Arrigo

A juíza Liliane Pegoraro Bilharva, titular da 1ª Vara Criminal de Vilhena,  revogou ontem a prisão preventiva que um outro magistrado, de plantão, havia decretado contra o agricultor Pedro Arrigo, a pedido da Polícia Civil.
Arrigo era apontado pela polícia como um dos participantes da chacina que horrorizou o Cone Sul no mês passado. No massacre, cinco pessoas foram mortas a tiros e três tiveram os corpos carbonizados após as execuções.
Testemunhas disseram que Pedro estava no local no dia do massacre e teria comandado as ações que resultaram nas mortes brutais. A defesa dele, no entanto, apresentou testemunhas e vídeos mostrando que o acusado estava, no dia da tragédia, na cidade de Campo Grande (MS), a 1.500 km do palco da tragédia.
Ao suspender a prisão de Arrigo, a juíza considerou válidos os álibis apresentados por seu advogado e argumentou que o suspeito pode ter sido confundido com o verdadeiro autor da chacina, Ilário Danelli, que continua foragido e sendo procurado desde a data do episódio.
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