Educador de 35 anos vai dar aulas em escola cívico-militar
 
Uma decisão do juiz Andresson Cavalcante Fecury, titular da 1ª Vara Civel, datada do dia 12 de março, obrigou a Prefeitura de Vilhena a contratar um professor de História, que mesmo tendo sido aprovado em 2º lugar num concurso realizado em 2020, não era convocado para dar aulas.
 
Elton Alves da Cunha, de 35 anos, cuja família mora em Rolim de Moura e estava atuando em uma escola estadual, através de contrato emergencial entrou com mandado de segurança na justiça um dia antes de expirar o prazo de validade do concurso. O resultado chegou a ser prorrogado por dois anos, e mesmo assim o educador não foi chamado.
 
Ao julgar o caso e conceder a liminar para a convocação imediata do professor, o magistrado vilhenense escreveu: “vislumbro patenteado nos autos o perigo na demora, pois se concedida a ordem apenas na ocasião da decisão final de mérito, haverá dano irreversível ao impetrante caso confirmado o direito subjetivo à nomeação, porquanto deixará de perceber a remuneração e eventuais vantagens decorrentes da função a ser desempenhada no período em que se aguarda o deslinde do feito”.
 
A decisão judicial foi acatada pela prefeitura e Elton já tomou posse na função, sendo lotado na escola cívico-militar Almirante Tamandaré, antiga Cristo Rei, da rede municipal, onde irá lecionar por 40 horas semanais.
 
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