Elício discordou da tese de Caetano, que pediu indeferimento de Rildo
 
Numa peça breve, mas contundente, o promotor eleitoral de Vilhena se manifestou quanto à denúncia do advogado Caetano Netto, que pediu à Justiça Eleitoral para barrar a candidatura do coronel da PM Rildo Flores a prefeito de Vilhena no pleito deste ano, pelo podemos.
 
O profissional do Direito defendia a tese de que, não estando mais na ativa, o militar deveria ter se filiado seis meses antes do pleito, como todos os candidatos “civis” (ENTENDA AQUI).
 
Ao se manifestar, Elício explicou que Rildo não está mais na ativa, porém ainda não passou à reserva remunerada da Polícia Militar. Citando o decreto de exoneração do coronel, Elício escreveu: “a questão é saber qual a situação jurídica do candidato, se militar DA ATIVA ou se militar DA RESERVA REMUNERADA. Digo que NENHUMA DAS DUAS. É que o decreto acima referido, colocou o Cel. Rildo num verdadeiro limbo jurídico, pois afastou-o de suas atividades policiais, não tendo decidido por colocá-lo na inatividade, levando-o para a condição de agregado”.
 
Na sequência, o promotor apresenta argumentos que garantem ao candidato o direito de disputar a eleição municipal, finalizando com a seguinte recomendação: “por tudo isso, manifesto-me pelo não acolhimento da notícia de inelegibilidade e opino seja o candidato RILDO JOSÉ FLORES considerado elegível”.
 
CLIQUE AQUI e leia na íntegra o parecer do promotor eleitoral.