Na tarde do último sábado, um homem identificado como Gilmar Cipriano da Silva, 39 anos, acionou a Polícia Militar após vítima de um atentado a tiros durante reunião num assentamento a cerca de 90 km de Vilhena.
De acordo com o denunciante, várias famílias que pertencem à Associação Nossa Senhora Aparecida, estavam no local discutindo assuntos de todos os que fazem parte da entidade.
Em dado momento, segundo Gilmar disse à polícia, os associados se manifestaram contra a venda de lotes da propriedade, que está ocupada por várias famílias.
Neste momento, o agricultor Pedro Arrigo, que junto com sua esposa, Eva Ortiz, lidera o movimento que reinvindica a terra, teria se alterado. Ele teria ido até o quarto, pegado um revólver, voltado à reunião e aos gritos, se dirigido a Gilmar: “Quem manda aqui sou eu. Ninguém passa por cima das minhas ordens”.
Conforme a vítima, mesmo diante de crianças, Arrigo teria efetuado um disparo em sua direção. O homem se escondeu dentro de um carro para não ser morta e o atirador fugiu do local.
Ao comparecer à propriedade, a polícia não encontrou Pedro Arrigo, mas a acusação da vítima foi confirmada por outras testemunhas.
A queixa foi registrada na DPC de Vilhena, que deve intimar o acusado a depor sobre o caso.