Na manhã desta quinta-feira, 3, a mãe do trabalhador em fazendas Diogo Tavares, que matou a tiros, no interior de Mato Grosso, a ex-moradora de Colorado do Oeste, Sirley Pereira Gomes, 42, entrou em contato com a redação do FOLHA DO SUL ON LINE (ENTENDA O CASO).
Moradora da cidade de Goiânia (GO), a costureira exerceu seu direito de se manifestar em relação às acusações feitas contra ela por familiares da nora morta. Em entrevista a este site, um parente de Sirley acusou a avó paterna das crianças que ficaram órfãos de pressionar os netos pela herança do assassino (CONFIRA AQUI).
A entrevistada admitiu que pretende vender o carro e a moto deixados pelo filho, preso atualmente em Várzea Grande (MT), avaliados em R$ 20 mil, mas garante que metade deste valor será repartidos com os netos, sendo 3 deles menores de idade.
Os R$ 10 mil que cabem ao autor do crime serão usados para custear os vários gastos dele após a prisão. A mãe diz que o motivo da discussão do casal ter acabado em tragédia seria o fato de o filho e nora terem bebido no dia do crime.
A avó paterna conta que os netos dela, que estão hoje morando com os parentes da nora morta em Colorado do Oeste, e sendo impedidos até de falar com ela. “Eu gostaria de trazê-los para morar comigo”, revela.
Além de dizer que tem uma procuração para vender os bens, a avó alega que o único maior de idade não tem CNH e, portanto, não tem como usar os dois veículos, que estão em nome do pai preso.
Frisando que não pretende “lograr” os próprios netos, a costureira diz que não pretende ficar com a casa deixada pelo filho em um distrito de Vila Bela, nem com as tralhas usadas para o trabalho em fazendas, que já foram repassadas ao neto mais velho.