Médico explicou risco de procedimento doloroso para pacientes
 
Naquela tarde de 20 de julho de 2020, o bombeiro de aeródromo Adriano Teixeira Silva, com 39 anos na época, deixava a “Ala Covid” do Hospital Regional de Vilhena como protagonista de um milagre: era o primeiro paciente intubado a sobreviver ao doloroso procedimento que, como mostrou o FOLHA DO SUL ON LINE, na maioria das vezes não obtém o resultado desejado (CONFIRA AQUI).
 
Ao site, o servidor municipal diz que ainda se recupera das sequelas deixadas pela Covid-19, que conseguiu vencer a poder de muita luta e orações. Adriano diz que, ao voltar para casa, após 26 dias na UTI, 15 deles “no tubo”, demorou uma semana para dar “uns passinhos” e só conseguiu caminhar sem ajuda depois de um mês.
 
Além do bombeiro, poucas pessoas saíram com vida da intubação até agora, entre elas um amigo dele e uma mulher de 29 anos, que antecipou o parto da filha, numa emocionante batalha para salvar a criança, e que foi duplamente abençoada por conseguir se recuperar para amamentá-la (RELEMBRE AQUI).
 
Teixeira gravou um vídeo, a pedido da FOLHA, no qual conta o drama que enfrentou ao descobrir que estava contaminado pelo novo Coronavírus. Ele relatou que teria contraído a Covid-19 durante uma viagem ao Mato Grosso do Sul, onde os tios estavam infectados, mas ainda não sabiam, já que não apresentavam sintomas.
 
Adriano diz que, embora estivesse inconsciente, os 15 dias em que permaneceu intubado, lhe rendeu impressionantes experiências espirituais. A principal delas: ouvir de Deus que a pandemia é uma ação dEle para mostrar ao mundo que a humanidade está caminhando na direção oposta aos Seus ensinamentos.
 
CLIQUE ABAIXO e assista o vídeo.