“O amor sem esperança não tem outro refúgio senão a morte“ (José de Alencar). Esta enigmática frase, postada pela consultora em marketing digital Abla Rahhal em sua página no Facebook, no dia 18 de abril, uma semana antes de ter seu corpo encontrado dependurado numa corda, pode não ter sido escrita por ela. A aparente mensagem suicida deve ser investigada pela polícia, que já não tem dúvidas de que, ao contrário do que parecia inicialmente, a mulher não se matou. Os indícios apontados pela perícia, cujo laudo ainda não foi concluída, revelam que ela foi assassinada.
Na tarde de hoje, o delegado Fábio Campos, que apura o caso, evitou fazer afirmações de que Abla tenha sofrido abuso sexual antes de ser morta. Ele disse que esta hipótese está sendo considerada, mas alega que só o laudo final poderá esclarecer tal suspeita.
O marido da vítima, que é caminhoneiro e discutiu com ela na noite anterior a tragédia, é apontado como principal suspeito do aparente crime. Ele foi ouvido durante todo o dia de ontem e negou a autoria da execução. Segundo disse em depoimento, ele saiu de casa por volta das 6:00h da manhã e deixou a esposa viva. Ela foi achada no sábado, 27, pela própria filha, de 10 anos, pendurada pelo pescoço na edícula da casa onde morava, no bairro Cohab.
Autor:
Da redação
Fonte:
FS
Publicado em 29 de Abril de 2013, às 17:03