Poucas horas após esfaquear o marido, uma mulher de 30 anos, que já havia ido com outras duas pessoas à casa da mãe dele, também chegou a tentar entrar no Hospital Regional de Vilhena. Salvo pela irmã, que impediu o assassinato, a vítima foi levada para receber atendimento médico (ENTENDA O CASO).
Enquanto acompanhava o sobrevivente na emergência do HRV, a irmã da vítima percebeu a chegada da esposa dele, que estava em um veículo Ford Fiesta, de cor vinho, acompanhada dos mesmos homens que tinham ido com ela à casa onde estava onde havia acontecido o ataque a facadas.
Ao suspeitar que o trio estava ali para matar o irmão dela e “concluir o serviço”, a mulher ligou para a Polícia Militar. Após a chamada para o número de emergência, a mulher e os dois suspeitos, um deles estrangeiro, conhecido pelo apelido de “Veneza”, deixaram o local, tomando rumo ignorado.
O registrar esta nova ocorrência envolvendo os mesmos personagens, a Polícia Militar foi até a casa da acusada, que recebeu a guarnição no portão. Ao ser questionada sobre o episódio anterior, ela assumiu ter sido a autora dos golpes de faca contra o próprio marido.
Conforme e relato da mulher, durante a confusão, um dos homens que a acompanhavam teria entrado em luta corporal com o marido dela, tentando defende-la de uma suposta agressão.
Durante o atendimento, a esfaqueadora confessa relatou que teria sido ameaçada de morte por seu marido por meio de ligações telefônicas. Além dela, o homem também teria prometido matar os dois que a acompanhavam no momento da desavença.
A suspeita informou, ainda, que teria sido agredida fisicamente por seu marido, recebendo um soco no rosto e agressões nas costas. As imagens referentes às lesões relatadas encontram-se registradas na ocorrência. Quanto às supostas ameaças, informou que os respectivos áudios estavam armazenados em seu aparelho celular, por meio do aplicativo WhatsApp.
O aparelho foi apresentado na Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para conhecimento e apreciação da autoridade policial. Os envolvidos também foram conduzidos à UNISP de Vilhena.