O asfalto para as avenidas Tancredo Neves e 1705, os postes de luz na BR-364 entre o Posto Fiscal e o frigorífico JBS Friboi e a drenagem das águas da chuva no entorno de Vilhena não foram afetadas pelo corte de R$ 8,577 bilhões determinado pelo Palácio do Planalto no orçamento do Ministério das Cidades. Elas são as três maiores obras do Governo Federal na cidade.
Foram poupados os R$ 24 milhões destinados a construir oito pontos de contenção e escoamento das águas pluviais, para posterior coletavia futuras galerias subterrâneas.
Também estão preservados os R$ 10,4 milhões para o asfaltamento da maior avenida ainda “de terra” e sua paralela “co-irmã” e os R$ 2,8 milhões para instalar até o fim do ano 323 superpostes nos dois lados da rodovia.
Mesmo assim, Rondônia perdeu R$ 20,6 milhões de uma emenda de bancada - somente o senador Valdir Raupp (PMDB), apesar de ser presidente do segundo maior partido de sustentação de Dilma Rousseff, levou uma “tesourada” de outros R$ 5,3 milhões em suas emendas.
Saiba mais em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.