Familiar reconheceu Valdeir por palavra tatuada em seu braço
Sem condições de levar para Pimenta Bueno, cidade onde nasceu, o corpo do homem de 33 anos, identificado como Valdeir Pereira de Freitas, assassinado a tiros na noite de ontem, a família dele autorizará o sepultamento, a ser pago pela prefeitura de Vilhena (ENTENDA AQUI).
O FOLHA DO SUL ON LINE entrevistou um familiar, que reconheceu “Magrinho”, como a vítima era conhecida, através da tatuagem em seu braço. Ele ganhou também o apelido de “Kenne” quando viveu nas ruas, em Porto Velho.
O entrevistado contou que Valdeir levava uma vida errante desde a adolescência, quando perdeu o pai e a mãe (ambos morreram por doenças) e “virou morador de rua”. Ele também iniciou seu envolvimento com as drogas nesta mesma época.
Para o familiar, Freitas, que já tinha perambulado por outras cidades, como Chupinguaia e Espigão do Oeste, pode ter sido assassinado por “dívida de drogas”.
Mas ele também estaria cometendo pequenos furtos em Vilhena (onde morava desde o ano passado), justamente para sustentar sua dependência, o que pode estar por trás do violento e letal ataque que sofreu ontem no meio da rua.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 18 de Junho de 2026, às 11:07