Único pré-candidato a prefeito que assume tal posicionamento, o secretário municipal de Educação, José Carlos Arrigo, comentou na sexta-feira 16 aquele que pode ser considerado o primeiro movimento do ano no tabuleiro de xadrez da sucessão em Vilhena. Trata-se de situação que parte do Supremo Tribunal Federal, e mesmo assim pode ser decisiva para definir o rumo do processo eleitoral que se aproxima. O que a Corte maior do Poder Judiciário brasileiro decidir afeta diretamente a campanha ao Executivo local do ano que vêm, pois define se Melki Donadon pode ou não ser candidato a prefeito.
O caso já foi noticiado pelo site FOLHA DO SUL ON LINE – (relembre no link abaixo desta matéria), mas quando abordado Arrigo ainda não tinha conhecimento do fato. Após ser informado, no entanto, foi taxativo: “Não muda nada, pois o principal oponente ao nosso grupo sempre foi ele – mesmo que apresentado sob a forma de outro, como aconteceu com Marlon Donadon”, respondeu. Confrontado com o argumento que Melki mesmo derrotado duas vezes sempre foi osso duro de roer, o pré-candidato devolveu: “Sim, mas nós sempre vencemos”.
Arrigo disse que o caso deve ser avaliado pelo grupo de que faz parte, mas não vai alterar ou causar grande impacto ao planejamento. “Estamos conscientes que a disputa vai ser acirrada, mas isso sempre é fator preponderante para nós. Nunca foi fácil, e mesmo com o brilhante trabalho feito pelo prefeito Rover em seus seis anos de função – somado ao que ainda virá – nenhum de nós é imaturo ao ponto de achar que as eleições de 2.016 são mero protocolo a ser cumprido para estarmos com o terceiro mandato assegurado”, avalia.
A partir de fevereiro a aliança política a qual Arrigo pertence desencadeia o processo que até o final deste ano define o nome que a representará nas urnas de outubro do próximo. “Pode até mesmo ser alguém que venha de outra frente política. Não vamos impor nomes ou exigências nos entendimentos com possíveis aliados”, finalizou.
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