Lojas dizem que trocar itens não representa transtornos
O Natal passou, os presentes das ceias e dos amigos decretos das confraternizações empresariais já foram entregues, então é hora de começar a correria para trocar aquilo que não serviu, ou que apenas não foi do agrado de quem recebeu.
Porém, em Vilhena, apesar de já ter se passado mais de uma semana do Natal e as vendas terem sido satisfatórias para os empresários do ramo de confecções, calçados e perfumarias, que são os itens mais presenteados, a procura pela troca desses produtos não tem sido a mesma para todos com relação ao ano anterior.
Apesar das administrações de algumas das maiores lojas de roupas do município, que foram procuradas pela reportagem do FOLHA DO SUL ON LINE, terem afirmado que o fluxo de pessoas em busca de trocar seus presentes ter se mantido dentro da expectativa, algumas relataram que a procura tem sido baixa.
O mesmo ocorre no ramo dos calçados, onde algumas lojas têm registrado queda no número de trocas, abaixo do que normalmente é esperado, e outras mantém o mesmo fluxo dos anos anteriores.
Já no ramo da perfumaria, não houve surpresas, uma vez que em todos os anos os proprietários registram baixa procura por trocas e afirmam que isso se dá pelo fato de haver poucos erros na hora de presentear com produtos do ramo.
No entanto, nada supera a satisfação das crianças, pois uma das mais populares lojas de brinquedos de Vilhena só registrou uma troca até o dia dessa entrevista e somente porque a criança presenteada se assustou com o barulho que o dinossauro a pilhas que ganhou fazia.
De acordo com a administração da loja de brinquedos, normalmente o fluxo de trocas é mesmo baixo no ramo, pois como a maioria das crianças escrevem cartinhas para o "Papai Noel", os presentes já são exatamente o que esperavam ou algo muito similar, evitando assim as chances de erros, porém, realmente as trocas deste ano não estão sendo o esperado.
Por fim, com relação aos maiores motivos pelos quais as pessoas buscam realizar as trocas dos presentes, fica em primeiro lugar a numeração, seja da roupa ou do calçado e na grande maioria, por parte das mulheres.
Apesar de parecer algo que cause transtorno aos comerciantes, os entrevistados alegam que não, pois no período das trocas a empresa acaba lucrando muito, uma vez que por não ter o produto na numeração que o cliente deseja, este acaba levando um mais caro e paga a diferença. Sem contar aqueles que vão para trocar e acabam levando muito mais do que aquele que ganhou.
Autor:
Da redação
Fonte:
Imagem ilustrativa
Publicado em 02 de Janeiro de 2021, às 12:13