Uns estão sob a suspeita de terem recebido propina e feito caixa dois em campanha, como desdobramento da Operação Castelo de Areia. Outros estão sedno investigados nos 3.000 inquéritos abertos para apurar desvios de verbas federais em prefeituras.
Na Operação Castelo de Areia foram apreendidas com executivos ligados a construtoras planilhas nas quais constavam valores associados a nomes de políticos de diversos partidos. A PF só aguarda uma autorização da Justiça Eleitoral para abrir os inquéritos.
A informação é do ex-diretor-geral da PF Luiz Fernando Corrêa (FOTO), que será substituído nesta semana pelo atual superintendente de São Paulo, Leandro Coimbra.