Sheila alega que tem sido filmada e exposta em grupos no WhatsApp por adversários
 
Em visita à redação do FOLHA DO SUL ON LINE na noite de ontem, a prefeita de Chupinguaia, Sheila Mosso (DEM), deu sua versão para o episódio envolvendo ela própria e duas servidoras, que acabou se transformando em caso de polícia.
 
Sheila foi acusada de tentar coagir uma subordinada a ouvir uma gravação feita pela ex primeira-dama de Chupinguaia, Claudete de Castilhos. Por causa disso, ela e as denunciantes, Marinalva de Castilhos e a própria Claudete,  vieram parar em Vilhena (VEJA AQUI).
 
A versão de Sheila, no entanto, é totalmente diferente da que foi apresentada pelas denunciantes. Ela contou que estava na Secretaria de Educação, despachando com a titular da Pasta, Maria Aparecida da Silva, quando resolveu mostrar a ela o áudio gravado por Claudete e compartilhado em grupos no WhatsApp.
 
Neste momento, conforme a prefeita, as Castilhos entraram na sala e começaram a filmar. Ela interrompeu a conversa e avisou a Marinalva de Castilhos, cunhada de Claudete, que ia registrar queixa contra ela na Polícia Militar.
 
Ao ir até o quartel da corporação para registrar a queixa, um policial disse a Sheila que ela deveria assinar um Termo Circunstanciado, tomando ciência da denúncia que havia acabado de ser feita por Claudete e sua cunhada. O PM ainda teria ameaçado conduzir a prefeita até Vilhena num camburão, caso ela não assinasse o documento.
 
O comandante da PM acabou concordando em permitir que Sheila viesse em seu carro, acompanhada de seis testemunhas. Em seu depoimento, ao também apresentar a queixa contra as duas denunciantes (VEJA ABAIXO), ela acrescentou que tem sido impedida de fazer campanha por ações dos familiares das Castilho.
 
A mandatária alega que, depois de filmá-la, os adversários distorcem as informações e usam sua imagem nos grupos no WhatsApp com o intuito de prejudica-la.