Eduardo Japonês rebateu declarações de Rosângela Donadon
 
Em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE, concedida na manhã desta quarta-feira, 07, o prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês (PV), foi duro ao responder a deputada Rosângela Donadon (PDT), que ontem disse “temer que muitos possam estar morrendo por negligência da administração municipal, em não estar atendendo com o exame de tomografia. O aparelho tem capacidade para a realização de cem exames por dia, mas a gestão municipal limita a apenas a pacientes internados”.
 
Antes do prefeito, a secretária de Saúde, Siclinda Raasch, já havia desmentido a informação (VEJA AQUI), e Japonês reforçou os mesmos argumentos, acrescentando: “a deputada nunca colocou um centavo de recursos em Vilhena no meu mandato. O recurso para o tomógrafo ela destinou quando a cunhada era prefeita”, disparou, referindo-se Rosani Donadon, que administrou o município entre 2017 e 2018.
 
“A deputada não precisa gostar do Japonês, ela precisa é honrar os 5.263 vilhenenses que lhe deram o voto e retribuir a eles garantindo recursos para a cidade”, disse, lembrando que quase 60% da votação de Rosângela na última campanha foram obtidos na cidade.
 
O prefeito também explicou que a vaca mecânica para a produção de leite de soja, destinada por Rosângela para a gestão da cunhada, foi dispensada por ele porque o leite fabricado pelo equipamento era caro e não agradava as crianças beneficiadas. “Hoje, compramos o leite de vaca dos nossos produtores e todos eles estão satisfeitos”, argumentou.
 
PEGOU PESADO
Um trecho apontado na fala da deputada foi destacado pelo líder vilhenense: Rosangela Donadon disse ainda que espera que o bom senso prevaleça, dispensando a busca de soluções que ultrapasse a esfera administrativa e onere o Ministério Público e o Poder Judiciário, que, segundo ela, já se encontram sobrecarregados neste momento de crise”.
 
Segundo o prefeito, basta qualquer um pesquisar no Google, usando as palavras “Donadon” e “Justiça” para saber porque o sistema judicial e o MP estão sobrecarregados, numa referência aos processos que a família da deputada responde nos tribunais.