Entre janeiro e junto deste ano, a prefeitura de Vilhena arrecadou 3,5% a mais do que no mesmo período do ano passado. O Tesouro municipal também recebeu da União mais que o triplo dos recursos transferidos no mesmo intervalo de tempo.
Ao ser fechado o balanço do primeiro semestre, havia R$ 8,041 milhões como “ativo disponível”, rubrica equivalente, grosso modo, ao saldo de caixa de uma empresa privada.
Mesmo com a aparente folga financeira, a prefeitura perdeu o controle dos gastos com pessoal na área da Saúde. Somente em julho, R$ 3,297 milhões tiveram que ser remanejados -isto é, retirados de outros programas municipais- para pagar “vencimentos e vantagens fixas de pessoal civil via Fundo Municipal de Saúde”.
Sem o dinheiro, não haveria como quitar a folha da Saúde em julho e garantir o pagamento de agosto.
Veja o que está acontecendo com as contas da prefeitura e o que pode ocorrer até o fim do ano na edição impressa da FOLHA DO SUL que circula neste sábado.