As ruas e calçadas de Vilhena serão tomadas por estudantes de todas as idades a partir desta segunda-feira, afinal, um em cada três vilhenenses está na escola.

 

Das 76.187 pessoas contadas pelo Censo 2010 do IBGE, um terço vai se reencontrar com os professores nesta segunda-feira. Se forem subtraídas as pessoas acima de 60 anos e as crianças com menos de três, a proporção chega à metade.

 

O desafio colocado diante dos profissionais da Educação também pode ser medido por outra régua: a dos investimentos.  Verbas cada vez maiores são destinadas ao setor, mas o desempenho dos alunos continua pífio.

 

O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), ao aprovar com ressalvas as contas da prefeitura em 2009, recomendou esforços redobrados para que Vilhena se equalize com as notas exigidas em nível nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

 

O crônico problema de falta de professores de Física, Química, Biologia, Matemática, Artes, Espanhol e até de Língua Portuguesa na rede pública repetiu-se este ano, assim como as desculpas municipais e estaduais. Mas há também boas notícias, reformas concluídas e triunfos inesperados.

 

Saiba mais, na edição impressa que circula neste sábado, sobre a volta às aulas em Vilhena, tema da matéria que abre a primeira série de reportagens especiais da FOLHA DO SUL em 2011.