Mulher que acolheu Walisson morre de câncer no ano passado, aos 74 anos
Através de reportagem publicada pelo FOLHA DO SUL ON LINE, um sobrinho do homem de 26 anos identificado como Walisson Jhonatas da Silva Tomaz, assassinado a tiro na noite de sábado, 02, em Vilhena, fez o reconhecimento do corpo dele, que estava na Funerária Canaã (ENTENDA AQUI).
Walisson, que foi sepultado hoje pela manhã, morava há menos de um ano em Vilhena, onde chegou a trabalhar em oficina e lavador. Assim como outro rapaz também executado a tiros ontem, ele havia sido adotado ainda bebê.
De acordo com o sobrinho, que reconheceu o familiar após a esposa lhe mostrar a publicação deste site, Tomaz havia sido rejeitado pela mãe biológica, mas foi acolhido pela funcionária do hospital da cidade de Machadinho do Oeste, onde nasceu.
Após vender a chácara que tinha em Machadinho e se mudar para Cerejeiras junto com o marido, a mãe adotiva foi diagnosticada com câncer no ano passado, e veio se tratar em Vilhena, mas faleceu poucos meses depois, em decorrência da doença, aos 74 anos.
O sobrinho revela que Walisson era dependente de crack, e por várias vezes a família tentou ajuda-lo, mas ele não conseguia se livrar do vício, que pode ter sido a causa de sua execução com um tiro na testa dentro da boca de fumo atacada por quatro homens armados.
A suspeita é que os assassinos tenham agido a mando de uma facção criminosa, que teria aplicado a punição máxima ao rapaz pelos furtos que ele cometia para comprar crack. Outros dois baleados no mesmo local sobreviveram (VEJA AQUI).
Fotos
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 04 de Dezembro de 2023, às 11:38