Se alguém ainda tem dúvida se é possível comprar uma briga com Rihanna e sair ileso, a resposta, definitivamente, é: não. A vítima da vez é Liz Jones, jornalista do "Daily Mail", que a atacou com um artigo intitulado "Princesa venenosa do pop: Exaltando drogas, armas e imoralidade, Rihanna é um modelo tóxico para seu exército de jovens fãs".

"Ela incentiva o uso de drogas, a bebida, e o tipo de senso de moda que é, no mínimo, um desrespeito e, na pior das hipóteses, é um convite ao estupro", destilou Jones em um artigo rechado de imagens da artista que comprovariam sua tese. Em uma delas, no Billboard Awards de 2011, a legenda explica: "beijando Britney Spears, uma jovem arruinada pela fama. Nem reparem no incentivo ao falso lesbianismo, apenas na fantasia estilo `Barbarella` cheia de correntes."

A cantora não deixou barato, e sugeriu uma "dica tóxica" se Jones "realmente quiser ajudar jovens garotas mais do que os próprios pais conseguem ajudar": não ser amadora em seus artigos. Riri ironizou as fotos em que a jornalista utiliza suas roupas, unhas, fantasias e tatuagens como argumentos de mau exemplo. "Essa mer** não é inteligente! Esta mer** não é jornalismo! É uma triste confusão de [gente na] menopausa."