Cerca de 900 alunos da escola Maria Arlete Toledo, uma das maiores de Vilhena, convivem com pavilhões reformados e pátios que viraram depósito de entulho e de restos de materiais de construção
Boa parte da reforma ficou pronta mas os erros crassos de engenharia revelam o estrago feito pela (má) gerência à distância, feita a partir de um escritório em Ji-Paraná, sede da Geometria.
À noite, luminárias ofuscam funcionários. Mesmo quando eles não estão, entre os turnos da tarde e da noite, todas ficam ligadas. São 16 lâmpadas de alto brilho numa sala de 20 metros quadrados.
Uma cobertura metálica deveria acabar com a cena de alunos e professores entrando encharcados na estação chuvosa. Como os pedreiros “esqueceram” de deixar espaço para as calhas e o acabamento, um lixador teve que raspar 12 colunas para permitir a instalação das mesmas.
Saiba porque esta situação não tem data para ser resolvida em matéria exclusiva do repórter especial Carlos Macena na edição impressa da FOLHA que circula neste sábado.