Elcione de Souza Silva trabalhou como ajudante de pedreiro em Vilhena
 
Um cunhado do segundo morto em confronto com policiais do Gefron na noite do último sábado, 01, na cidade de Pimenteiras do Oeste, reconheceu o corpo dele, que foi trazido de Chupinguaia na mesma data e está na Funerária São Matheus, em Vilhena, desde então.
 
O outro homem que morreu no tiroteio já havia sido identificado: trata-se de Edson de Almeida, o “Edinho”, 44 anos, que era morador de Cacoal, onde foi sepultado na manhã de hoje (ENTENDA AQUI).
 
O reconhecimento do segundo morto, identificado como Elcione de Souza Silva, 40 anos, foi feito pelo cunhado dele, que é morador de Vilhena. Após a esposa perder contato com o familiar, que sequer visualizava as mensagens enviadas para seu celular, buscas por ele começaram a ser feitas em toda a cidade.
 
Após percorrer vários locais, o cunhado foi até o cemitério Cristo Rei, em Vilhena, para saber se ele não havia sido sepultado. Depois de ver fotos do homem que estava na funerária, o cunhado compareceu à empresa e o reconheceu.
 
Morador de Vilhena até oito anos atrás, Elcione se mudou para Cacoal em busca de melhores oportunidades de trabalho. No Cone Sul, segundo a família, ele trabalhava como ajudante de pedreiro. Ele estaria trabalhando como caseiro na fazenda onde foi morto.
 
Os parentes ficaram surpresos ao saber que o ex-construtor (confundido com um traficante peruano radicado no Paraguai) havia morrido um uma operação policial contra o tráfico, durante a qual foram apreendidos 500 kg de cocaína.