Na manhã desta sexta-feira, 2, o empresário e advogado vilhenense Marcelo Lucas da Silva esteve da redação do FOLHA DO SUL ON LINE, onde agradeceu os voluntários envolvidos na campanha da candidata a senadora Sílvia Cristina (PP), da qual ele é primeiro suplente.
Paranaense radicado em Vilhena desde 2002, o empresário sempre atuou no agronegócio, primeiro como representante de diversas marcas, até montar sua própria empresa para atuar no segmento. Hoje, ele é produtor de grãos na região de Cerejeiras.
Lucas é um dos investidores na usina de etanol de milho, empreendimento bilionário que deve aquecer a economia e gerar milhares de empregos na cidade de Cerejeiras. A previsão é que a planta industrial entre em funcionamento até o final de 2027.
Sobre a parceria com Sílvia Cristina, o vilhenense explica que ela começou muitos anos atrás, quando ele era diretor da Aprosoja, entidade que reúne agricultores em Rondônia e Mato Grosso, e é uma das instituições mais atuantes do agro nos dois Estados.
“A Sílvia abriu muitas portas lá em Brasília para nós, produtores rurais, e dois anos atrás ela me convidou para fazer parte de sua chapa”, revela, elogiando o dinamismo da parceira, cuja atuação também rendeu investimentos milionários em ações na Saúde de Rondônia.
ÁUDIO POLÊMICO
Marcelo, que tem 44 anos, não se furtou em comentar o episódio recente que envolveu Sílvia Cristina e virou episódio policial: a candidata pediu à Polícia Federal para investigar um áudio com ofensas racistas atribuído a Bruno Scheid, que também concorre a senador em Rondônia (ENTENDA AQUI).
“A Sílvia não acusou ninguém. Ela é vítima de um ataque grave e apenas apresentou o áudio, no qual é chamada de ‘macaca’, e pediu que a PF investigasse se o material é verdadeiro ou se foi feito com o uso de Inteligênia Artificial. Ao longo desta campanha foram várias as ofensas e mentiras contra ela, que tem resolvido todas na justiça”.