O ex-prefeito de Vilhena, Lorivaldo Ruttmann, foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) juntamente com o ex-secretário de Estado da Saúde, João Rosa Vieira, a devolver Cr$ 3,65 milhões aos cofres do Fundo Nacional de Saúde. Os dois já haviam sido condenados neste mesmo processo, mas entraram com um recurso de revisão que acabou sendo novamente negado pelos ministros da Corte de Contas.
A dívida deve ser atualizada monetariamente e acrescida de juros de mora, calculados a partir de 7 de agosto de 1990, até a data da efetiva quitação do débito. O TCU condenou os dois ex-gestores após a tomada de contas especial instaurada em função da omissão/insuficiência da prestação de contas respectiva e deverá enviar ao Tribunal de Contas de Rondônia cópia do acórdão para apurar responsabilidades.
Em 2006, Ruttmann figurou na lista do TCU como um dos 55 gestores rondonienses que estavam com as contas julgadas irregulares pelo TCU e que estavam na malha fina da Justiça Eleitoral. A lista, em sua maioria, era formada de ex-prefeitos: Idelmar Kussler (Ji-paraná), Janatan Igreja (Ariquemes), Ademário Serafim (Jaru), Cláudio Wink (Pimenta Bueno), Melki Donadon (Vilhena), José Guedes (Porto Velho), Paulo Amâncio (Monte Negro), Onézio Florêncio (Cerejeiras), Isaac Bennesby (Guajará-Mirim), Paulo Madela (Campo Novo), e Edmilson Maturana (Vale do Anari), único que ainda exerce cargo eletivo.