Terminou próximo das 22 horas desta segunda-feira, 03, o princípio de rebelião no Centro de Ressocialização Cone Sul. Segundo informações do Tenente Coronel Gonçalves, Comandante do 3º BPM, diferentemente da rebelião de 90 dias atrás, não houve destruição além dos colchões que foram queimados. “Detentos de seis celas estavam rebelados, mas estavam dentro das celas e não no corredor; com exceção dos colchões que eles queimaram e jogaram no corredor não houve destruição do presídio”, disse o Comandante.

Os motivos que levaram aos apenados a se rebelarem não ficou claro, como também não ficou claro se eles tinham alguma exigência. Embora do lado de fora se ouvia gritos pedindo a troca do diretor. “Não foi nos passado o motivo, mas parece que eles tiveram uma revista nas celas nesta tarde e não gostaram. Eles não fizeram nenhuma exigência, foi só bagunça mesmo”, disse Gonçalves.

As negociações foram acompanhadas por um membro do Ministério Público e pelo juiz da vara de execuções penais Adriano Lima Toldo.

 

Vale lembrar que Paulo Ferreira, atual diretor do Centro de Ressocialização Cone Sul, está à frente da Unidade prisional há cerca de 90 dias, quando a SEJUS o nomeou no lugar de Juracy Duarte, que caiu após rebelião.

Parentes dos apenados foram para frente do presídio atrás de informações sobre a situação no interior do Centro de Ressocialição.