Movimento em Parque Industrial aumenta e novas tragédias precisam ser evitadas
O trecho da BR-435 onde ocorreu um acidente fatal na última sexta-feira, 13, em Cerejeiras, tem histórico de tragédias com vítimas humanas.
O trecho em questão fica de frente ao Parque Industrial de Cerejeiras, a 5 km do semáforo, na saída para Corumbiara, onde há um intenso tráfego de veículos leves e pesados saindo do complexo e entrando na pista da BR-435.
O Parque Industrial de Cerejeiras conta com cerca de 20 empresas, onde trabalham de 100 a 150 pessoas, entre empresários e funcionários.
Um agravante deste trecho é que o número de empresas (e, consequentemente, de movimentação humana) no Parque Industrial de Cerejeiras tem aumentado muito no decorrer dos anos. Estão em construção, para citar três exemplos, as concessionárias de revendedoras de máquinas agrícolas como a Case, a Tratoron e a John Deere, o que intensificará a saída de veículos do complexo industrial desembocando na citada rodovia.
Digno de nota que este trecho da BR-435 já foi palco de pelo menos três acidentes fatais nos últimos 24 meses. O último sinistro ocorreu no dia 13 de maio e ceifou a vida do jovem Walisson Custódio Ramos, de 23 anos, que saía do Parque Industrial e foi atingido por uma picape em alta velocidade (LEMBRE AQUI).
Com este histórico de acidentes, os empresários do Parque Industrial cobram das autoridades uma solução para o problema, como um redutor de velocidade ou radares.
Autor:
Rildo Costa
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 16 de Maio de 2022, às 11:28