Ex-Miss RO não teve participação no esquema, diz advogado

Relacionada entre as investigadas por envolvimento num esquema de desvios de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), uma das firmas pode ter sido vítima de um ex-funcionário e pertence a uma modelo da cidade de Colorado do Oeste. O FOLHA DO SUL ON LINE tentou entrar em contato com a empresária, mas ela preferiu que seu advogado se manifestasse sobre o caso.
O site, então, ligou para o tributarista Josemario Secco, que acompanhou a modelo hoje na Polícia Federal, onde ela foi buscar informações sobre o que estava acontecendo. O advogado explicou que não há qualquer relação entre a empresa de construção que teve o nome exposto e os crimes praticados pela quadrilha, que fraudava o seguro-desemprego.
A firma, segundo a explicação de Secco, está inativa há quase dois anos e a última obra executada por ela foi no Rio de Janeiro. A sócia, que sequer soube o que estava acontecendo, teria se assustado com o envolvimento da empresa na investigação.
O advogado admite que um ex-empregado da construtora está entre os presos na operação desencadeada ontem pela PF, mas nega que ele ainda mantenha relação profissional com a empresa. O que pode ter ocorrido é ele ter usado algum documento sem o conhecimento da proprietária.
 Em virtude das evidências de que a modelo, vencedora de uma edição do Miss Rondônia, não teve participação no crime investigado pela PF, o site entende que sua identidade, bem como a da empresa da qual ela é sócia, devem ser preservadas.