Incluído na ordem do dia da sessão de hoje da Câmara dos Vereadores, o projeto de lei complementar 183/2010, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre o Plano de Carreiras, Cargos e Remuneração dos Servidorfes da Educação Básica Pública Municipal de Ensino de Vilhena, nem sequer foi lido.
Em acordo fechado com um grupo de lideranças dos professsores, inconformados com mudanças feitas, segundo eles, à revelia do que havia sido combinado antes com as autoridades da Educação do município, o presidente da Câmara, Carmozino Taxista (PSDC), comprometeu-se a só discutir o PCCS depois que os próprios professores apresentarem sua proposta.
As principais divergências são as condições para que uma pessoa possa ser eleita diretora da escola, e a revogação, prevista no projeto, de uma série de leis que regulamentam a atividade do professor no município, entre elas o Art. 40, que prevê a possibilidade de uma parte das 22 horas de trabalho previstas em contrato ser “remanejada administrativamente”.