“Francisco”, no entanto, ainda terá que lutar para provar inocência
Saiu na última segunda-feira, 22, da Cadeia Pública de Vilhena, onde passou 26 dias preso, o trabalhador identificado apenas como “Francisco”, morador de Chupinguaia, acusado de um crime cometido no interior de Alagoas no ano passado.
O FOLHA DO SUL ON LINE abordou o caso após entrevistar o criminalista Luís Serafim, que gravou um vídeo para expor o que considera uma “injustiça” contra o denunciado, que há 9 anos não põe os pés no local onde o homicídio de um idoso, atribuído a ele, foi registrado (LEMBRE AQUI).
Através de um habeas corpus impetrado na justiça alagoana, Serafim conseguiu colocar Francisco em liberdade, e até gravou outro vídeo para anunciar a libertação dele (ASSISTA ABAIXO).
A próxima batalha será “trancar a ação penal”, que continua correndo na justiça de Alagoas. O funcionário de um frigorífico em Chupinguaia, inclusive, deverá participar de uma audiência, na qual terá a oportunidade de falar sobre o homicídio pelo qual responde sem dever.
A única “prova” usada para pedir a prisão do acusado de 37 anos foi o testemunho da esposa da vítima, que tinha 71 na época. A imagem usada para o reconhecimento é do tempo em que ele tinha 18 anos. A fotografia antiga, mais o fato de que Francisco estava a 3.800 de distância do local do assassinato serão usados para pedir o arquivamento da denúncia.
Vídeo
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 25 de Junho de 2026, às 11:08