Servidora explicou que remuneração poderia ser de até R$ 12.661,12
 
Pegou fogo a sessão desta terça-feira, 13, da Câmara de Vereadores de Vilhena, que tinha em pauta a fixação dos salários do prefeito, vice e secretários; e dos vereadores para os próximos quatro anos.
 
As propostas apresentadas foram pela manutenção dos valores atuais. Ou seja: prefeito – R$ 19.800,00; vice – R$ 10.800,00; secretários – R$ 7.900,00; Mesa Diretora da Câmara – R$ 10.125,00; demais vereadores – R$ 8.000,00.
 
A secretária legislativa da Casa, Vitória Celuta Bayerl, explicou que a Lei Orgânica do Município de Vilhena prevê que “a fixação dos subsídios do prefeito, vice e secretários; e dos vereadores, ocorra 30 dias antes das eleições, em cumprimento ao princípio da anterioridade”.
 
A servidora também explicou que, de acordo com a Constituição Federal, os subsídios dos vereadores de municípios com mais de 101 mil habitantes, como é o caso de Vilhena, corresponderão a 50% dos subsídios dos deputados estaduais.
 
Um deputado rondoniense recebe hoje R$ 25.322,25, assim sendo, a partir de 2021, com base na estimativa do IBGE, que apontou Vilhena com mais 102 mil habitantes, um vereador na “Cidade Clima” poderia receber salário de até R$ 12.661,12. Mas, os valores atuais foram mantidos.
 
No entanto, com faixas e muitos gritos, um grupo de pessoas, entre elas candidatos a vereador, pediam a redução dos salários dos parlamentares e até propuseram um valor: R$ 4 mil. Por diversas vezes o presidente da Casa, vereador Ronildo Macedo (PV), pediu silêncio aos manifestantes, o que não ocorreu. O 1º secretário, Célio Batista (PR) continuou a leitura dos projetos sob os gritos dos manifestantes, que viram e ouviram a aprovação das matérias por unanimidade.   
 
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