Mesmo apoiando a mudança, Mosquini diz confiar na urna eletrônica
 
Em entrevista concedida há um mês, a uma emissora de rádio na cidade de Cerejeiras, mas que só viralizou agora nas redes sociais e em grupos no WhatsApp, o deputado federal Lúcio Mosquini (MDB) se manifestou sobre um tema que vem provocando polêmica nos meios políticos de Rondônia: o “voto auditável”.
 
Aliás, ao explicar o assunto, embora grandes veículos de comunicação noticiem a Proposta de Emenda à Constituição que tenta mudar o sistema eleitoral como “PEC do voto impresso”, Mosquini diz que isso é “um erro de narrativa”.
 
O congressista disse que pretende votar a favor da proposta que prevê a auditagem de 50% das urnas eletrônicas, e disparou, esclarecendo a diferença entre voto impresso e auditável: “ninguém vai imprimir voto e sair com ele na mão”.
 
Mesmo dizendo confiar na votação eletrônica, lembrando que ele mesmo foi eleito por esse sistema, o emedebista diz que apoiará a mudança por uma questão de segurança e transparência.
 
Mosquini também explicou como funcionará a nova modalidade de votação, caso ela venha a ser aprovada na Câmara dos Deputados: as urnas terão uma bobina de papel na qual será impresso o voto e permitirá ao eleitor conferir a opção que tiver marcado.
 
Após isso, o voto é armazenado sem que ninguém tenha contato com ele, para que possa ser recontado se necessário.
 
Outra justificativa do deputado para votar a favor da medida: “se o presidente Jair Bolsonaro perder nas urnas eletrônicas, nós podemos ter o caos no Brasil”.
 
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