Por muito pouco, um empresário de Vilhena não foi uma das vítimas do sequestro que aconteceu em uma chácara na cidade de Juína, cuja sede fica a 240 km da divisa de Rondônia com Mato Grosso, na noite da última sexta-feira, 31.
Na ocasião, bandidos armados invadiram a propriedade rural, onde estavam reunias em uma confraternização, 14 pessoas, incluindo crianças e idosos. Os marginais, que depois fizeram os participantes do evento de reféns, teriam gritado, antes de dominar o grupo: “Polícia, polícia”.
Após obrigarem as vítimas a se deitaram, momento em que elas foram amarradas, os sequestradores foram denunciados por uma mulher que, ao conseguir escapar e entrar no banheiro, enviou mensagem através do WhatsApp para a Polícia Militar de Juína, denunciando o assalto.
Os reféns contaram que, já durante a madrugada de sábado, 2, os sequestradores, usando o arsenal para ameaçar os reféns, exigiam joias, dinheiro e armas de fogo. O grupo também teria tentado obrigar o dono da chácara a mostrar o cofre que haveria na casa.
Após a mensagem enviada, os policiais da Força Tática chegaram à propriedade bem no momento em que os invasores tentavam fugir em uma caminhonete Ford Ranger. O motorista morreu baleado na troca de tiros com os militares, enquanto o restante do bando corria para uma área de mata.
O rapaz que morreu durante o tiroteio foi identificado como José Augusto Pinheiro Galdino. Ele tinha apenas 19 anos e era morador da cidade de Aripuanã, também em Mato Grosso.
O VILHENSE
Segundo apurou o FOLHA DO SUL ON LINE, o empresário vilhenense teria viajado para Juína na companhia de dois familiares, para participar da festa. Ele acabou saindo mais cedo do evento e foi para um hotel na cidade, pouco antes da invasão da chácara.
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